quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

IMPRESSIONANTE COMO PERDERAM A "VERGONHA NA CARA" - A MAIOR PARTE DESTES PROTAGONISTAS E INSTITUIÇÕES APODRECERAM, E SÃO FÉTIDOS. E O QUE MAIS ME IMPRESSIONA SÃO OS ELEITORES IGNORANTES E BOSSAIS QUE VOTAM NESTES MELIANTES. EM 1.957 QUANDO INICIEI PROFISSÃO NO SEGUIMENTO DA COMUNICAÇÃO JAMAIS PODERIA VISLUMBRAR QUE NA MINHA VIDA, VERIA E NOTICIARIA ESSES DESCALABROS, NA DECADÊNCIA DA ÉTICA E PROBIDADE. A DESONRA ANDA À SOLTA.



FCO.LAMBERTO FONTES
Trabalha em JORNALISMO INTERATIVO
Mora em ARAXÁ/MG

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8 DE DEZEMBRO DE 2016
CIRO:
VOU RETOMAR
O PETRÓLEO QUE
ESSES CANALHAS DOARAM

Num dos trechos da entrevista exclusiva que concedeu ao 247, Ciro Gomes assumiu um compromisso: disse que vai desfazer toda a política de venda de ativos da Petrobras, que vem sendo conduzida por Pedro Parente; "entregaram o petróleo da bacia de Carcará a uma estatal da Noruega, ou seja, ao povo norueguês, pelo preço de uma lata de Coca-Cola", diz Ciro, que se refere aos "entreguistas", como Parente, Michel Temer e Moreira Franco como "canalhas"; "eu não consigo encontrar outra palavra"; Ciro disse ainda que, se eleito em 2018, toda essa política será desfeita – ontem, o Tribunal de Contas da União suspendeu o feirão de Parente, alegando falta de transparência na venda de ativos; assista trecho da entrevista com Ciro


247 – Num dos trechos da entrevista exclusiva que concedeu ao 247, Ciro Gomes assumiu um compromisso: disse que vai desfazer toda a política de venda de ativos da Petrobras, que vem sendo conduzida por Pedro Parente.

"Entregaram o petróleo da bacia de Carcará a uma estatal da Noruega, ou seja, ao povo norueguês, pelo preço de uma lata de Coca-Cola", diz Ciro, que se refere aos "entreguistas" Parente, Michel Temer e Moreira Franco como "canalhas".

"Eu não consigo encontrar outra palavra."

Ciro disse ainda que, se eleito em 2018, toda essa política será desfeita – ontem, o Tribunal de Contas da União suspendeu o feirão de Parente, alegando falta de transparência na venda de ativos (leia aqui).

Assista trecho da entrevista com Ciro:

video


CIRO:

A ÉTICA NO BRASIL

É UM FATOR DE

MANIPULAÇÃO

DA OPINIÃO PÚBLICA


 Um dos poucos políticos brasileiros que passará incólume pelas delações das empreiteiras, Ciro Gomes afirma que alguns de seus adversários, como Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin, não serão eliminados da disputa presidencial pelo fator Odebrecht, mesmo tendo sido citados pelos delatores da empreiteira; "o povão só toma consciência de um escândalo quando ele é novelizado em horário nobre pela Globo", diz ele; "Sabe qual é o compromisso da Globo com a ética? Zero. Sabe qual é o compromisso dos bancos com a ética? Nenhum"

247 – Pré-candidato à presidência da República em 2018 pelo PDT, Ciro Gomes não acredita que seus rivais à direita, como Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin, possam vir a ser eliminados da disputa pelo fator Odebrecht, mesmo tendo sido citados nas delações da empreiteira.

"A ética no Brasil é um instrumento de manipulação da opinião pública", diz ele. 

Segundo Ciro, "o povão só toma consciência de um escândalo quando ele é novelizado em horário nobre pela Globo."

"Sabe qual é o compromisso da Globo com a ética? 
Zero. 

Sabe qual é o compromisso dos bancos com a ética? 
Nenhum."

Ciro afirma que os R$ 23 milhões de José Serra na Suíça nem chegaram a ser notícia na Globo.

Confira, abaixo, um trecho da entrevista exclusiva ao 247.


video

CIRO GOMES:

“A VAIDADE ENTERRANDO

A AUSTERIDADE”

Nas redes sociais, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) reagiu à foto 
publicada na imprensa em que o juiz Sérgio Moro confraterniza com o senador Aécio Neves. 
“É isto, a vaidade enterrando a austeridade! 
Ó tempore, ó mores”, declarou, em postagem no seu Facebook

Um dos políticos mais citados nas delações da Lava Jato, Aécio á foi apontado como responsável por um mensalão em Furnas, como beneficiário de esquemas no Banco Rural e como "o mais chato" cobrador de propinas de uma empreiteira.
Segundo a delação da empreiteira Odebrecht, ele também recebia recursos por parte de seu marqueteiro Paulo Vasconcelos. De acordo com a delação da OAS, houve também propina de 3% nas obras da Cidade Administrativa, em Belo Horizonte.