domingo, 20 de maio de 2018

PELOS PROCEDIMENTOS, CONSTATA-SE,...



FCO.LAMBERTO FONTES
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18 de Maio de 2018

Leonardo Attuch
Leonardo Attuch é jornalista e editor-responsável pelo 247, 
além de colunista das revistas Istoé e Nordeste


Por que o brasileiro
não confia na Justiça


"Os brasileiros começam a se dar conta de que o Poder Judiciário no Brasil tem lado e atende a interesses da classe dominante. O problema, no entanto, é que o projeto dessas elites protegidas pela toga vem destruindo o Brasil", diz o colunista Leonardo Attuch, editor do 247. "Tudo isso é dramático, surreal e apenas confirma o que foi dito pelo grande profeta do golpe de 2016, o senador Romero Jucá (MDB-RR), flagrado denunciando um "golpe com Supremo, com tudo". Deposta sem crime de responsabilidade, a presidente Dilma Rousseff já alertava que o golpe criaria um País com duas classes: a dos brasileiros abaixo da lei e dos sujeitos acima da lei"

A pesquisa CNT/MDA desta semana trouxe um dado mais interessante do que a confirmação de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera, com folga, a sucessão presidencial, mantendo intacta sua força eleitoral, mesmo após uma prisão que já dura mais de quarenta dias.

Trata-se da constatação de que, para 90% dos brasileiros, a Justiça não age de forma igual para todos.

Ou seja: ela é seletiva, parcial e, nos dias atuais, atua de forma até partidária, perseguindo um campo político, o das forças populares, e protegendo outro, justamente aquele das forças associadas ao golpe de 2016.

Divulgada na segunda-feira, a pesquisa antecedeu fatos que confirmaram seus números. Paulo Vieira de Souza, o operador de propinas do PSDB, que movimentou mais de 120 milhões na Suíça, ganhou a liberdade depois que ameaçou delatar tucanos graúdos.

Milton Lyra, que ocupava posição semelhante no MDB, também foi solto. Para completar o quadro, mais um tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, foi condenado à prisão, enquanto o ex-ministro José Dirceu foi sentenciado a uma pena de reclusão superior à de assassinos e estupradores.

Como cereja do bolo, o juiz Sergio Moro foi a Nova York confraternizar com o ex-prefeito João Doria, que concorre ao governo de São Paulo pelo PSDB...

Alguns dirão que as decisões de Gilmar Mendes sobre Paulo Preto e Milton Lyra foram acertadas. Afinal, todo cidadão tem direito à presunção de inocência e ao devido processo legal. No entanto, por que os mesmos critérios não se aplicam a representantes de outras forças políticas, acusados de delitos muito menores?

Como explicar que a presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, tenha sido responsável, ao mesmo tempo, pela manobra que mandou Lula à prisão e por outra que salvou o mandato do tucano Aécio Neves (PSDB-MG), desmoralizado pelas gravações da JBS?

Sim, os brasileiros começam a se dar conta de que o Poder Judiciário no Brasil tem lado e atende a interesses da classe dominante.

O problema, no entanto, é que o projeto dessas elites protegidas pela toga vem destruindo o Brasil.

Na semana passada, a pinguela para o passado ruiu, o dólar disparou e saíram dados do IBGE que mostram que nunca houve tantos desempregados no País. Se isso não bastasse, nada menos do que seis líderes europeus condenaram a prisão política de Lula e denunciaram o uso do Poder Judiciário como instrumento de supressão da democracia.

Tudo isso é dramático, surreal e apenas confirma o que foi dito pelo grande profeta do golpe de 2016, o senador Romero Jucá (MDB-RR), flagrado denunciando um "golpe com Supremo, com tudo".

Deposta sem crime de responsabilidade, a presidente Dilma Rousseff já alertava que o golpe criaria um País com duas classes:
a dos brasileiros abaixo da lei e dos sujeitos acima da lei.


domingo, 6 de maio de 2018

PRECISAM SER EXTIRPADOS...



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3 de Maio de 2018


Jeferson Miola


Moro, o déspota


Moro é um déspota que reina como um soberano absoluto, um tirano.

Moro se comporta à margem das Leis, da Constituição e do Estado de Direito. Ele se coloca acima do stf; ou melhor, coloca o stf abaixo dos seus pés.

Moro é um soberano absoluto não somente porque é o líder maior da facção fascista que hegemoniza o judiciário golpista, mas também porque cuspiu na autoridade da suprema corte do país, convertendo o stf num escritório de despacho da Lava Jato.

O poder totalitário do Moro não nasceu agora, na atual presidência do stf. E, tudo leva a crer, esse seu poder tampouco deverá se extinguir depois que Dias Toffoli suceder Carmem Lúcia.

Já durante a presidência de Ricardo Lewandowski no stf Moro fazia das suas estripulias jurídicas – a mais grave delas foi a espionagem ilegal e a divulgação criminosa de conversas telefônicas da Presidente Dilma com Lula, em 16 de março de 2016.

Naquela ocasião, Moro levou apenas uma reprimenda protocolar de Teori Zavascki, e contou com a complacência generosa de Ricardo Lewandowski, o então presidente do stf.

Moro deveria ter sido exonerado do serviço público e, além disso, se estivesse vigente o Estado de Direito, ele seria processado, condenado e preso por atentar contra a segurança nacional e a ordem política e social da República.

Nos EUA, a pátria adorada e frequentemente visitada por Moro, o juiz que cometesse crime de tal gravidade levaria prisão perpétua e, dependendo do Estado, inclusive a sentença de morte.

Aquela "falha" terrível do stf evidenciou o comprometimento irremediável do stf com o golpe que estava em marcha. E foi, além disso, o sinal mais importante da hegemonia da facção fascista do judiciário na liderança do golpe.

O exercício despótico do poder necessita da associação simbiótica com a mídia para se firmar, como a associação criminosa da Lava Jato com a Rede Globo.

Sem a máquina poderosa de propaganda moralista e ideológica, o intento fascista se enfraquece – ou mesmo soçobra.

Moro e a Globo reforçam sua posição de poder e de subjugação do stf e de todo o judiciário a cada arbítrio processual imposto ao ex-presidente Lula nos tribunais de exceção.

A democracia no Brasil não será alcançada e restaurada sem a reversão radical do fascismo jurídico-policial da Lava Jato e do Moro e do terrorismo midiático da Globo.


Moro e a Globo são o câncer maligno que arruinou o Brasil. Precisam ser extirpados.


segunda-feira, 9 de abril de 2018

ARAXÁ MOSTRA, COM PROPRIEDADE, UM DOS MELHORES SABORES DO PLANETA TERRA: OS QUEIJOS ARTESANAIS MINEIROS,...



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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

UM SALTO EQUIVALENTE AOS DESAFIOS QUE TEMOS PELA FRENTE



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São Paulo, 20 de fevereiro de 2018


Prezado FRANCISCO, 

Golpistas vestem farda
por cima da toga

Por Joaquim Ernesto Palhares


 A narrativa do combate à corrupção que levou milhares às ruas, legitimando o golpe de 2016 e a perseguição política em curso, vem cedendo lugar ao discurso, não menos distorcido, do combate ao crime organizado. Basta ligar a TV, é notório o esforço em tornar o crível o inacreditável: a existência, 30 anos após decretada a Constituição de 1988, de um Estado sob intervenção militar.

O governo militar no Rio de Janeiro seria impensável sem a colaboração da mídia, em especial, das Organizações Globo. Sem pudores, a mídia agora veste a farda em cima da toga e, novamente, trabalhando com os preconceitos da classe média, cria o ambiente para a legitimar a violência e o uso da força neste conturbado ano eleitoral. 

Na mira, obviamente, não estão os traficantes, mas a sociedade civil. Estivesse o alvo nos primeiros, os primeiros presos seriam os traficantes da elite brasileira, aqueles que detêm conta no estrangeiro e assento garantido no Parlamento. Todos sabemos: não é mais violência, muito menos intervenção militar nas comunidades que resolverá o problema, mas a presença de um Estado que lute a favor e não contra o povo, garantindo dignidade e cidadania para todos. 

Caberia, portanto, aos veículos de comunicação colocar esse debate em pauta. Caberia, obviamente, não fossem eles o aparato de um partido político, comandando por uma elite disposta a tudo para impor seus interesses e garantir seus privilégios.

Crime organizado se combate com aumento e não diminuição de renda; com emprego e não desemprego; com direitos e não a perda deles; com dinheiro investido em educação, segurança, cultura, lazer, saúde e não drenado no jogo da especulação financeira. 

Combate ao crime organizado se faz com Estado efetivo e não com o estado mínimo, cada vez mais mínimo, de Temer e a corja que o colocou no poder. Como falar em combate ao crime organizado se milhões e milhões vem sendo, brutalmente, destituídos de direitos básicos, empurrados para a pobreza e para a miséria? 

Mais do que nunca, precisamos estar atentos e desmontar a narrativa da direita, lembrando que “a aventura do golpe, cujo fracasso é retumbante em seu sentido mais profundo e amplo, e cujas consequências à política, à economia, à sociedade e ao sentido de ´Nação` são criminosas, já demonstrou que não tem limites”, como avalia Francisco Fonseca em artigo sobre a intervenção no Rio de Janeiro (
leia a íntegra aqui).

O mesmo tema é tratado por Juarez Guimarães em “
Ditadura neoliberal e os caminhos para vencê-la”. “Em seu momento de menor legitimação e dificuldade de coordenação, a coalização golpista trilha o caminho da violência judicial contra Lula e, agora, militariza seus movimentos e instituições”, afirma.

Regredimos no tempo? O ex-diretor-executivo do FMI, Paulo Nogueira Batista Jr. responde essa pergunta, ao analisar os paralelos entre o que vivemos hoje e  a crise de 1950 a 1964, quando os agentes políticos que se diziam “liberais” (antes a UDN, agora o PSDB) optaram por “sequestrar o processo político”, cientes de que jamais venceriam as eleições pela via democrática (
Confira aqui a entrevista).

Eleições que, neste 2018, destaca Eric Nepomuceno, “são, sem dúvida, as de mais difícil previsão desde 1989”, afinal, “nem o grupo instalado no poder, nem o sacrossanto mercado financeiro, nem o conglomerado oligopólico de comunicação e menos ainda o grande empresariado têm um candidato viável para manter as coisas tal como estão” (
leia mais aqui).

A democracia brasileira está numa encruzilhada”, avalia o professor Boaventura de Sousa Santos, ao traduzir a sensação de perplexidade e impotência que, certamente, muitos de vocês sentem neste momento. Afirma Boaventura:

“A perplexidade é enorme e ameaça ser paralisante durante algum tempo” por quatro razões principais: a conjuntura eleitoral, o Brasil profundo, a intervenção imperial e a “dificuldade das forças democráticas, sobretudo de esquerda organizarem uma estratégia de resistência e de alternativa eficaz e com credibilidade”. 

Cientes de que os ataques do neoliberalismo contra a democracia não acontecem apenas no Brasil, recomendamos a leitura de “
Livros que apontam rumos” de Ladislau Dowbor, com indicação de oito obras (publicadas no exterior) de grande valia para termos a dimensão global das transformações que tanto nos afetam. E, obviamente, convidamos vocês a acompanharem o conteúdo internacional que Carta Maior vem disponibilizando em sua página.

Confiram nosso Clipping Internacional, com síntese de manchetes e/ou reportagens dos principais jornais do mundo (veja o clipping de 
19 de fevereiro e 20 de fevereiro). Não deixem de acompanhar, também, as editorias “Cartas do Mundo”, nesta semana com cartas de 



Buenos AiresMontevidéuParisCaracasLimaBerlimBogotá e La Paz; e “Pelo Mundo” com reportagens sobre o Canal Fox News, a reforma tributária dos Estados Unidos e o martírio dos deportados mexicanos, entre outras. 



Isso e muito mais vocês poderão conferir na nossa página e disseminar junto a suas redes de contatos. Nós precisamos criar uma sólida rede progressista de comunicação independente, capaz de ser mobilizada a qualquer momento. Não deixe se inscrever em nosso cadastro (clique aqui) para receber diretamente, por e-mail, nossos Boletins regulares ou as edições extraordinárias que a hora exigir.

A nós, da Mídia Alternativa, cabe dar a essa difícil travessia histórica, pela qual estamos passando, o respaldo do jornalismo crítico que ela requer. Não tenhamos dúvidas: isso só acontecerá se a parceria entre a Carta Maior e suas leitoras e seus leitores registrar um salto equivalente aos desafios que temos pela frente (
saiba as opções de colaboração aqui). 

Sigamos juntos!

Joaquim Ernesto Palhares
Diretor da Carta Maior



domingo, 28 de janeiro de 2018

INSTITUIÇÕES COM MAIORIA DE FASCISTAS, MANOBRADA PELA MIDIA GOLPISTA...



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https://www.brasildefato.com.br/2017/08/11/raduan-nassar-o-judiciario-propiciou-o-golpe/

      

CRÍTICA
Raduan Nassar:
Vencedor do Premio Camões 2016, escritor Raduan Nassar dá entrevista e critica o governo golpista
e a seletividade do judiciário / Le Monde Diplomatique
"O Judiciário propiciou
o golpe" 
Em entrevista ao Le Monde Diplomatique, ele comenta sobre a seletividade da Lava Jato                e a paixão pela literatura
Redação
Brasil de Fato | São Paulo (SP)
"Rasgaram a Constituição.
É um casuísmo atrás do outro, inclusive na Operação Lava Jato", 

essa afirmação é do autor brasileiro Raduan Nassar, que, aos 81 anos, faz críticas à conjuntura política brasileira.

Autor de célebres livros como "Lavoura Arcaica" (1975) e "Um copo de cólera" (1978), que abordam questões políticas, Nassar concedeu entrevista nesta semana ao jornal Le Monde Diplomatique

Em sua análise, fez críticas à seletividade do Judiciário brasileiro, condenou o golpe no Brasil e seus cúmplices:

“O Judiciário, em vários níveis, propiciou o golpe, liquidando com o Estado democrático de direito. Ao crivo crítico, a condenação de Lula agora é uma aberração”, comenta.

Vencedor do Prêmio Camões de 2016, fez discurso contra o governo do golpista Michel Temer (PMDB) e gerou revolta no ex-ministro da Cultura Roberto Freire, que mudou seu discurso para fazer contraponto à fala de Raduan.

Além disso, falou sobre sua relação com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e com outras organizações populares que "inspiram esperança". 

No entanto, também foi crítico à postura da esquerda nos últimos anos:

"Faltou um trabalho de base da esquerda no Brasil. E a participação popular ficou à mercê da mídia de direita, especialmente dos telejornais diários", pontua.
  

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

ESCOLAS NÃO CONSEGUEM ENSINAR QUANDO A ÍNDOLE E AS FAMÍLIAS NÃO TEEM ÉTICA, PROBIDADE E HONRADEZ...



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25 DE JANEIRO DE 2018


MÍDIA GOLPISTA CONFIRMA JULGAMENTO POLÍTICO
As manchetes dos principais jornais brasileiros demonstram, de forma inequívoca, que o julgamento de Lula só ocorreu para que ele fosse banido da disputa presidencial de 2018 pelo tapetão judicial. Na Folha, condenação dificulta candidatura. No Globo, esvazia. No Valor, impede, enquanto o Estado de S. Paulo adianta que o registro de Lula deve ser barrado. Foi exatamente para que este objetivo fosse alcançado que o Brasil sofreu dois golpes sequenciais – o de 2016, com a derrubada de Dilma sem crime de responsabilidade, e o de 2018, com a condenação de Lula sem provas; a questão é: o povo vai aceitar?

247 – Tanto o New York Times como a Associação Americana de Juristas disseram o óbvio, ao tratar do caso Lula. Ele só estava sendo julgado ontem, com evidências que não seriam aceitas por sistemas judiciais sólidos, para que um objetivo político fosse alcançado: seu banimento da vida pública.

Se havia dúvidas em relação a isso, as manchetes dos principais jornais brasileiros demonstram, de forma inequívoca, que o julgamento de Lula teve esta motivação.

Na Folha, noticia-se que a condenação dificulta a candidatura. No Globo, afirma-se que esvazia. No Valor, o verbo é impede, enquanto o Estado de S. Paulo adianta que o registro de Lula deve ser barrado.

Foi exatamente para que este objetivo fosse alcançado que o Brasil sofreu dois golpes sequenciais – o de 2016, com a derrubada de Dilma sem crime de responsabilidade, e o de 2018, com a condenação de Lula sem provas.

A questão é: o povo vai aceitar?

e confira o "Bom dia 247" sobre o tema:


https://www.youtube.com/watch?v=s4ctSN99rU8