
FCO.LAMBERTO FONTESTrabalha em JORNALISMO INTERATIVOMora em ARAXÁ/MG
09 / 10 / 2021, DO SÉCULO 21
Economistas
pela Democracia
repudiam
declarações de Zema
sobre
beneficiários do auxílio emergencial
O
governador de Minas Gerais afirmou, a respeito do auxílio emergencial, que
"muitas pessoas ao receberem esse dinheiro (...)
vão
para o bar, para o boteco"
247 - A Associação
Brasileira de Economistas pela Democracia (ABED) divulgou uma nota neste sábado
(9) criticando as declarações do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo),
que afirmou, a respeito do auxílio emergencial, que "muitas
pessoas ao receberem esse dinheiro (...) vão para o bar, para o
boteco".
Os economistas destacam a necessidade do auxílio no
momento atual. “Ainda que insuficiente, esse auxílio é fundamental para mitigar
a situação de fome vivida por parte das famílias mineiras, que ainda antes da
pandemia já somavam 233 mil domicílios”, dizem eles.
“O governo Zema (Novo) optou por não cumprir a
aplicação mínima obrigatória e ainda escamotear uma baixa aplicação de recursos
na Saúde”, lembram os economistas.
Eles exigem um pedido de desculpas: “Portanto, a
declaração de Zema sobre o auxílio emergencial foi bastante infeliz, exigindo
os devidos pedidos de desculpas à população mineira no triste momento em que o
Brasil supera as 600.000 mortes por Covid-19”.
Zema anunciou nesta segunda-feira (4) que sua
administração iniciará no próximo dia 14 o pagamento do Auxílio Emergencial
Mineiro de R$ 600 por família em situação de extrema pobreza (com renda per
capita de até R$ 89). O benefício será destinado a pouco mais de 1 milhão de
famílias. (Com informações do Jornal GGN).
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