sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

EM MINAS E NO BRASIL, FORÇAS NECESSÁRIAS PARA MOSTRAR AOS BRASILEIROS, A REALIDADE DOS DESMANDOS, FALCATRUAS E DISSIMULAÇÕES DE TUCANOS E DEMOS, INCLUSA AÍ, A MÍDIA GOLPISTA, REACIONÁRIA E ANTIDEMOCRÁTICA...

FCO.LAMBERTO FONTES
Trabalha em JORNALISMO INTERATIVO
 em ARAXÁ / MG.
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MINAS

2 DE JANEIRO DE 2015

GESTÃO PARTICIPATIVA
É A MAIOR PROMESSA

DE PIMENTEL
A posse ao lado do povo, que quebrou uma tradição mineira, pois antes os governadores caminhavam sozinhos pela Praça da Liberdade, não foi uma escolha acidental; a decisão reflete um projeto de governo; “Quero ser o governador que não será uma voz, mas, sim, um porta-voz da vontade popular. Vamos criar e fortalecer canais de participação, de comunicação, de interferência e de influência nas decisões de poder. O governo do povo, o governo que queremos tem que atuar como uma grande e pulsante plataforma realizada interativamente com as pessoas", disse Fernando Pimentel

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, garantiu nesta quinta-feira (1º/01), no Palácio da Liberdade, ter como premissa um diálogo permanente com todos os cidadãos mineiros mas, em especial, com os mais carentes do Estado.
Em seu discurso, na sacada da sede histórica do Governo de Minas, Pimentel reafirmou que todos os compromissos sociais e econômicos firmados durante o período eleitoral, como melhorias na segurança, saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento, serão cumpridos com firmeza e determinação.
“Assumo o compromisso de valorizar e dialogar com o funcionalismo público do Estado.
Assumo o compromisso de transformar os hospitais regionais não em projetos de propaganda, mas em equipamentos úteis em todas as regiões, e de expandirmos o atendimento médico para toda a população.
Assumo a meta de levar escolas infantis e ensino técnico para todo o Estado.
Assumo a tarefa de aumentar a eficiência e a eficácia do nosso aparato de segurança.
Assumo o compromisso de dialogar, de forma transparente e republicana, com todos os prefeitos e ajudá-los na busca por soluções para suas cidades.
Assumo, enfim, este que é o maior desafio da minha vida pública, consciente de que não é possível fazer tudo, mas com a determinação de fazer tudo que for possível”, afirmou o governador.
Ao lado do vice-governador Antônio Andrade, Pimentel defendeu que a realização das ações só será possível com a participação popular.
Segundo ele, o governo do povo é o que se reinventa e tem como premissa fundamental a de ouvir mais os únicos e verdadeiros donos do poder, os cidadãos de Minas.
“Quero ser o governador que não será uma voz, mas, sim, um porta-voz da vontade popular. Vamos criar e fortalecer canais de participação, de comunicação, de interferência e de influência nas decisões de poder. O governo do povo, o governo que queremos tem que atuar como uma grande e pulsante plataforma realizada interativamente com as pessoas. Essa é a minha missão, esse é o meu compromisso: menos poder para o governo, mais poder para as pessoas. Menos poder para poucos, mais poder para todos”, afirmou.
Nas mãos do povo
Fernando Pimentel destacou em seu discurso que fez questão de chegar ao Palácio da Liberdade ao lado dos mineiros de todas as regiões, de diferentes credos, etnias classes sociais.
Representantes de diversas categorias foram homenageados pelo governador, participando da cerimônia ao lado de Pimentel.
“Mais do que um gesto simbólico, assumo a posição para qual fui eleito lado a lado com esses mineiros e mineiras que representam todos os filhos da nossa terra.
À dona Lavínia, que está aqui, que veio lá do Norte de Minas, lá do São Francisco, quero dar a minha palavra de que seremos mais presentes e atenciosos com a região dela.
Está aqui conosco a Kelly, do Aglomerado da Serra, e quero levar para ela e para todos o meu compromisso de levar aos bairros mais necessitados do nosso Estado, de todas as cidades, soluções para que todos tenham uma casa digna e o respeito que merecem.
Está aqui seu José Mário, produtor de queijo na Serra da Canastra, onde estivemos juntos.
Quero garantir a ele, e ele tem que ter a certeza de que os produtores rurais do nosso Estado terão um governo que vai honrar a atividade deles”, garantiu o governador.
Confira, abaixo, o discurso de Pimentel no Palácio da Liberdade:
video


247 BRASIL

MÍDIA VESTE A CARAPUÇA DO

'INIMIGO EXTERNO' DO PAÍS

Jornais conservadores, como Globo e Estado, destacam o ponto mais importante do discurso de posse da presidente Dilma Rousseff, que trata da defesa da Petrobras de seus 'predadores internos e inimigos externos', para ironizá-lo, como se não houvesse, nos meios de comunicação, uma torcida organizada contra a estatal e que defende interesses antinacionais; para quem não se lembra, o Globo, dos irmãos Marinho, foi o primeiro veículo a explicitar que a Lava Jato obrigaria a Petrobras a abrir o pré-sal aos estrangeiros; ontem, empossada para mais quatro anos, Dilma deixou claro que o regime de partilha do petróleo continuará em vigor;
inimigos externos não gostaram

247 - O ponto alto do discurso da presidente Dilma Rousseff ao tomar posse do seu segundo mandato foi, sem dúvida, o que abordou a Petrobras.
Dilma falou em defender a empresa de seus "predadores internos e inimigos externos".
Em seguida, arrematou: 
"Não podemos permitir que a Petrobrás seja alvo de um cerco especulativo dos interesses contrariados com a adoção do regime de partilha e da política de conteúdo local, que asseguraram ao nosso povo, o controle sobre nossas riquezas petrolíferas" (leia mais aqui).
Foi um recado claro para determinadas forças que tentam se valer da crise de imagem da Petrobras para forçar uma mudança de regime na produção de petróleo no País.
Quem mais destaca, entre essas forças, é o grupo Globo, dos irmãos Marinho, o primeiro a dizer, com todas as letras, que a Lava Jato obrigaria a Petrobras a retomar o regime de concessões de petróleo, no lugar do modelo de partilha.
Quinze dias atrás, por exemplo, o Globo dizia, em reportagens e editoriais, que a regra do pré-sal poderia e deveria mudar, em benefício da exploração por empresas estrangeiras, como Shell, Exxon, Chevron e BP (leia mais aqui).
Dilma, no entanto, demonstrou estar atenta a essas pressões.
E demonstrou que não irá ceder um milímetro em suas convicções sobre o melhor regime para a exploração das riquezas do pré-sal.
Os inimigos externos da Petrobras, nesse contexto, vestiram a carapuça.
Em sua manchete, o Globo afirmou que "Dilma recicla promessas e vê 'inimigos externos' da Petrobras", como se eles não existissem – embora o jornal dos Marinho seja uma realidade palpável.
O Estado de S. Paulo seguiu a mesma linha, mas não com a mesma intensidade.
O fato é que nem um nem outro terá força 
para provocar uma mudança nas regras do pré-sal.

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