
Acredite
em mim,
você precisa do jornalismo
Cara leitora, caro leitor,
Hoje,
como todos os dias, o jornalismo independente está na rua correndo atrás da
verdade, encarando poderosos, reportando com coragem e investigando corruptos.
Esse é o jornalismo que enfrenta uma pandemia contando histórias que ajudam a
compreender a maior crise de saúde pública em um século, e que não abaixa a
cabeça diante do governo de extrema direita, mesmo com todos os riscos que esse
trabalho envolve.
É
o que o Intercept faz
diariamente, reportando de maneira gratuita e transparente para toda a população,
porque parte da nossa missão é garantir que todos tenham acesso à informação de
qualidade e verdadeira.
Para
fazer este trabalho, nossos jornalistas não medem esforços e colocam tudo que
têm à disposição da nossa maior causa: reportar, investigar e denunciar como
nenhum outro veículo de imprensa brasileiro.
Sim,
porque é para isso que o Intercept existe: para fazer o que ninguém faz (ou
pode fazer). Por anos, você viu grandes investigações na imprensa tradicional
somente naquele programa dominical ou nas páginas de jornais financiados por
bancos, montadoras de veículos e frigoríficos. Como esses veículos garantem
independência para investigar empresas que os patrocinam, governantes com quem
negociam?
Aqui
a banda toca em outro ritmo. Nos arriscamos, muito, mas protegidos por aqueles
que têm o mesmo interesse que a gente: nossos leitores. É por isso que tudo que o
Intercept faz é gratuito, contundente e
acessível.
Percebemos
que em 2020 enfrentaríamos novos desafios para conseguir trabalhar. Conversamos
com nossa equipe e traçamos um plano. Foi possível segurar até aqui porque a
resposta dos leitores aos nossos pedidos foi muito ágil. Em julho, batemos a
meta da nossa campanha. Com isso, praticamente dobramos o trabalho do site nos
últimos meses. Você viu mais reportagens, mais vídeos, muitas lives e novos
produtos. E o retorno da nossa audiência tem sido incrível!
“Continuem
fazendo jornalismo de verdade”, escreveu uma leitora semana passada,
respondendo a um dos nossos e-mails. Ela explicou que no momento não pode
ajudar, por conta das dificuldades que a família enfrenta. Essa mensagem é só
uma de tantas que recebemos com o mesmo espírito: uma injeção de gás no nosso
trabalho.
Eu
agradeço a todos vocês por isso. Nós não poderíamos fazer nada — nem Vaza Jato, nem investigações contra Flávio Bolsonaro, nem
mesmo a denúncia do megaescândalo dos respiradores de Santa Catarina — sem seu
apoio. Ele nos leva longe.
Somos muito gratos a nossos leitores. E, se você é um dos
que podem ajudar a nos financiar, faça isso hoje, por favor. É fundamental. A
crise econômica deixa as doações muito flutuantes. Como no caso dessa leitora
aí em cima, nem todos podem nos ajudar hoje. Se você for lá na nossa página,
verá como já estamos abaixo da meta. Cada centavo que chega aqui ajuda o
jornalismo a ir mais fundo e protege mais jornalistas.
Obrigado por nos ler! Que tal nos dizer o que achou?
Nosso e-mail é: newsletter@emails.
